No interior, o que mais pesa é a preparação das superfícies e a escolha do acabamento certo para cada divisão: uma cozinha ou uma casa de banho pede uma tinta que aguente melhor a humidade e a limpeza do que um quarto.
No exterior, a pintura enfrenta sol, chuva, vento e, perto do rio ou do mar, um ambiente mais agressivo. Em Lisboa e arredores isto é particularmente visível em fachadas viradas a sul e a poente e em peças de ferro expostas. A preparação, a escolha do produto e a altura do ano para pintar contam mais do que no interior.
Em prédios, a pintura de fachadas e de partes comuns passa normalmente pelo condomínio, e algumas intervenções exteriores podem precisar de enquadramento junto da câmara municipal. Tratamos dos licenciamentos necessários e confirmamos o que se aplica ao seu caso.